Estilo de Vida

14 melhores filmes e programas de TV entre mãe e filha para assistir juntas

Algumas histórias simplesmente sabem porquê te pegar. Um vestido de prometida sendo fechado. Uma sala de espera de hospital. Uma filha indo para a faculdade com a mãe fingindo que está muito. Num minuto você está observando estranhos e no outro está mandando uma mensagem para sua mãe às 23h de uma terça-feira, sem nenhum motivo que você possa explicar.

Melhores relacionamentos mãe-filha na TV

Esses 14 filmes e programas farão exatamente isso. Alguns através de relacionamentos que você reconhece imediatamente – a mãe melhor amiga, a complicada, aquela em que ninguém diz o que realmente quer expor. Outros através daqueles que você não sabia que precisava até precisar.

Dona e Sofia, Mamãe Mia!

Donna e Sophie são menos mãe e filha do que o mundo inteiro uma da outra – e o filme nunca deixa você olvidar isso. A cena em que Donna ajuda Sophie a vestir seu vestido de prometida é aquela que te impressiona, sempre, sem falta. Tecnicamente, Mamãe Mia! é um filme sobre pais, mas é realmente sobre porquê é quando uma mãe cria uma filha sozinha e de alguma forma, impossivelmente, acerta.

Rory e Lorelai, Meninas Gilmore

Lorelai e Rory são o padrão ouro da mãe melhor amiga – fala rápido, depende do moca e é completamente co-dependente de uma forma que de alguma forma (quase) nunca parece prejudicial. O show abrange anos de suas vidas e consegue fazer com que cada período pareça verdadeira: o atrito jovem, a intervalo da faculdade, a lenta percepção de que sua mãe estava certa sobre mais do que você queria permitir.

Ana e Tess, Sexta-feira louca

Anna e Tess não se suportam – até que são forçadas a viver dentro da vida uma da outra por um dia, profundeza em que percebem que por fim não são tão diferentes. É uma comédia primeiro, mas no momento em que deixa de ser engraçado é o momento em que chega. O switch é mais do que um dispositivo de plotagem. É a versão mais literal daquilo que toda mãe e filha eventualmente terá que enfrentar: você não tem teoria de porquê é ser ela.

Daphne, Maggie, Mae e Milly, Porque eu disse isso

Daphne se intromete na vida amorosa de sua filha mais novidade com o tipo de envolvimento excessivo específico e direcionado que fará você rir até reconhecê-lo. O filme é ligeiro, mas merece seu lugar nesta lista por um motivo: é a representação mais honesta de uma mãe que nutriz sua filha tão completamente que ainda não descobriu porquê deixá-la ser uma pessoa. Toda filha já sentiu isso. A maioria deles também, eventualmente, entendeu isso.

Xô e Jane, Joana, a Virgem

Jane e Xo têm unicamente 16 anos de diferença, o que significa que cresceram juntos tanto quanto criaram um ao outro – e a série sabe exatamente o que fazer com isso. O que o torna incomum é a terceira classe: a mãe de Xo, Alba, cuja presença transforma cada dinâmica mãe-filha no programa em uma negociação entre três gerações. Você assiste e começa a fazer contas em sua própria família sem querer.

Tami e Julie, Luzes de sexta à noite

Tami Taylor é o tipo de mãe que faz você querer ser uma pessoa melhor – com princípios, calorosa e completamente desinteressada em ser namorada quando estar evidente é mais importante. Seu relacionamento com Julie é a representação mais realista de uma boa mãe e de uma filha difícil nesta lista. Julie é frustrante do jeito que só as filhas que têm tudo o que precisam podem ser, e Tami a nutriz mesmo assim, sem fazer disso um pouco. Essa é a segmento que te pega.

Marmee, Jo, Amy, Meg e Beth, Pequenas Mulheres

March não domina esta história – suas filhas sim – mas removê-la e tudo desmorona. Ela dá o exemplo tão silenciosamente que você não percebe até que já esteja moldado por ele, o que é a instrução mais eficiente ou a coisa mais devastadora do propagação, dependendo do dia. A adaptação de Greta Gerwig para 2019 merece todas as lágrimas.

Rebeca e Kate, Esses somos nós

O relacionamento de Rebecca e Kate é difícil de presenciar porque é difícil desviar o olhar dele – amoroso e onusto em igual medida, abrangendo décadas de uma forma que torna impossível reduzir ambos a uma única versão de si mesmos. O show mostra Rebecca porquê uma jovem mãe, uma mãe de meia-idade e uma mãe idosa, e o acúmulo de todas as três é o que quebra você. Você terminará um incidente convicto de que precisa vincular para sua mãe imediatamente e também de que primeiro precisa de um minuto sozinho.

Lady Bird e Marion, Senhora Pássaro

Christine (ela insiste em Lady Bird) quer transpor de Sacramento, da mansão de sua mãe e de todas as expectativas que Marion colocou sobre ela, e o filme nunca sugere que ela esteja errada nisso. Em vez disso, o que ele faz é mostrar o lado de Marion com igual liberalidade, o que torna oriente filme mais devastador do que unicamente bom. Os últimos três minutos irão reorganizar um pouco em você.

Mia e Pearl, Elena, Izzy e Lexi, Pequenos incêndios por toda parte

Mia e Pearl formam uma equipe porquê às vezes são mães solteiras e filhas únicas: isoladas, leais e completamente despreparadas para o que acontece quando o mundo exterior entra. Elena e suas filhas são o contraponto: uma mãe que nutriz seus filhos dentro de um projeto com o qual nunca concordaram. O programa coloca essas duas versões da maternidade em colisão direta e não deixa nenhuma delas fora de risco. É desconfortável da melhor maneira.

Kate e Marah, Tully e Cloud, Pista do vaga-lume

Nascente trabalha em duas faixas simultaneamente: o relacionamento terno e tenso de Kate com sua filha, e o acerto de contas ao longo da vida de Tully com uma mãe que nunca foi capaz de comparecer. Um mostra porquê é quando o paixão está presente, mas a informação é interrompida. A outra mostra uma mãe que nunca iria comparecer. Juntos, eles argumentam que, seja qual for o seu relacionamento com sua mãe, você provavelmente não está tão sozinho quanto pensa.

Jackie, Isabel e Anna, Madrasta

Jackie está morrendo e ela sabe disso, o que significa que ela passa o filme fazendo a coisa mais altruísta que uma mãe pode fazer: preparar outra pessoa para amar seus filhos depois que ela partir. É um filme sobre rivalidade que se torna um filme sobre sacrifício sem que você perceba a mudança. A cena em que ela conta para a filha as coisas que vai sentir falta é a que acaba com você.

Aurora e Ema, Termos de carinho

Aurora e Emma passam a primeira metade do filme enlouquecendo uma à outra, e a segunda metade provando que zero disso importava. Abrange 30 anos de relacionamento mãe-filha e acerta todas as fases – o desespero para evadir, o retorno lento e o momento em que você percebe que sua mãe é a única pessoa que realmente conheceu você. Não é um relógio fácil, mas vale totalmente a pena.

M’lynn e Shelby, Magnólias de Aço

Tudo nesta lista foi construído para esta. M’Lynn e Shelby têm um paixão que existe em pleno volume – presente em cada momento, em cada decisão, em cada consequência – o que torna impossível se preparar para o que acontece com eles, não importa quantas vezes você já tenha visto isso. A cena do cemitério é uma das maiores atuações já feitas no cinema e vai deixar você devastado de uma forma que de alguma forma ainda parece um presente. Assista com sua mãe, se puder.

Esta postagem foi atualizada pela última vez em 29 de maio de 2026, para incluir novos insights.



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