Estilo de Vida

Dentro de uma casa restaurada de A. Quincy Jones em Brentwood, Califórnia

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Algumas casas se anunciam imediatamente. Outros pedem que você diminua a velocidade. Escondido detrás de portões e camadas de vegetação em Brentwood, Benmore Terrace pertence a nascente último. Você não chega a esta vivenda enquanto se move por ela – passando por uma sequência de paisagem, luz e intenção silenciosa – até que a arquitetura se revele. Projetada em 1960 por A. Quincy Jones e Frederick Emmons, a vivenda parece menos um momento preservado no tempo e mais uma conversa contínua entre estrutura e natureza.

Originalmente encomendado pela desenvolvedora Sarah Jane Lapin, Benmore Terrace foi projetado para recompensar o movimento em vez do espetáculo. Situada em quase um acre, a vivenda reformula as ideias tradicionais de frente e verso, guiando você para dentro em direção a vidros amplos, vistas da encosta e uma cascata que parece segmento integrante da vivenda, em vez de um recurso suplementar. A luz e a fenda coreografam a vida cotidiana cá, confundindo a fronteira entre o interno e o exterior de uma forma que ainda parece moderna.

Claire O’Connor





Claire O’Connor é a fundadora e visionária por trás da O’Connor Estates – uma empresa imobiliária e de desenvolvimento com sede em Los Angeles que redefine o luxo moderno através da psique, da narrativa e do design. A abordagem de Claire se concentra em menos casas e melhores, que se alinhem profundamente com sua visão de qualidade, conexão e sonância emocional.


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Quando investidor e agente imobiliário Claire O’Connor encontrou a propriedade, ela não estava procurando um projeto – ela estava respondendo a um sentimento. “Benmore não era uma vivenda que eu procurasse”, diz ela. “Foi uma vivenda em que tropecei e que se revelou em camadas ao longo do tempo.” Mesmo depois de anos de renovação que embotaram a sua voz, o ADN arquitetónico original da vivenda – a contenção, a nitidez, a forma porquê privilegia a natureza em detrimento da exibição – permaneceu inviolado. Em vez de reimaginar a vivenda do zero, Claire viu uma oportunidade de governo.


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Por que a preservação é importante

O que finalmente diferenciou o Benmore Terrace não foi somente o seu cenário, mas o indumento de que sua intenção arquitetônica ainda era legível. A vivenda carrega um ponto de vista simples sobre porquê a vida moderna em Los Angeles pode ser: ensejo, fundamentada e profundamente conectada ao mundo originário.

“Saber que era uma vivenda de Jones e Emmons encomendada por Sarah Jane Lapin trazia uma responsabilidade”, explica Claire. “Você não está somente atualizando uma propriedade. Você está administrando uma teoria sobre porquê pode ser a vida moderna em Los Angeles.” Embora a estrutura da vivenda permanecesse poderoso, uma reforma na dezena de 1990 obscureceu essa nitidez, sobrepondo acabamentos que silenciaram a voz da arquitetura.

Trabalhando com Jesse Rudolph e Joelle Kutner da Ome Dezina restauração começou com subtração. Elementos datados foram removidos para que os gestos originais da vivenda – luz, proporção e fluxo – pudessem ser lidos novamente. O objetivo não era a nostalgia, mas a tradução: restaurar a intenção da arquitetura e ao mesmo tempo sublevar a função para a vida contemporânea.


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Projetando com a natureza

No Benmore Terrace, a natureza nunca foi tratada porquê um inferior. Amplas janelas fixas emolduram a vegetação da encosta, permitindo que a luz filtre pela vivenda ao longo do dia, enquanto a presença da cascata ancora a vida cotidiana.

Essa filosofia norteou os interiores. Ome Dezin trabalhou dentro de uma paleta neutra projetada para recuar, aquecendo o espaço com madeiras naturais e aterrando-o com pedra – principalmente travertino na cozinha e nos banheiros. Esses materiais não competem por atenção; eles criam calma. “A natureza não foi tratada porquê decoração”, diz Claire. “Foi tratado porquê um colaborador.” O resultado é uma vivenda profundamente sintonizada com o seu envolvente, onde os interiores funcionam porquê tecido de fundo para o que se desenrola além do vidro.

Editando com intenção

Deliberar o que preservar exigia reverência e moderação. O vidro fixo, as claraboias e os principais momentos envidraçados da vivenda – fundamentais para sua identidade – não eram negociáveis. Onde novos elementos foram introduzidos, eles foram abordados porquê traduções e não porquê reinvenções.

Detalhes personalizados em toda a vivenda foram projetados para responder à sua graduação e ritmo: embutidos, espelhos e uma porta de lavatório criada para parecer perfeitamente integrada. Na superfície de jantar, uma mesa e cadeiras personalizadas projetadas pelo camarada de Claire, Ben Willet, se encaixam tão naturalmente na arquitetura que parecem inevitáveis. “Em uma vivenda porquê esta, o valor não se trata somente do nível de aprimoramento”, observa Claire. “Trata-se de proteger a história arquitetônica.”


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Deixando uma vivenda encontrar seu povo

Num mercado impulsionado por um vasto apelo, Claire resiste à teoria de projetar para todos. “Uma vivenda não é para todos”, diz ela. “É para alguém.” Curiosamente, Benmore Terrace desafiou suposições sobre quem poderia ser esse alguém. Embora a equipe inicialmente tenha imaginado um comprador inovador, a vivenda acabou encontrando uma jovem família.

Esse resultado reforçou uma crença mediano: quando um lar permanece honesto consigo mesmo, cria espaço para um verdadeiro pertencimento. Benmore Terrace não tenta acomodar a todos. Oferece um pouco mais vasqueiro: uma sensação de chegada.


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Preservação porquê Responsabilidade

Depois de perder sua própria vivenda nos incêndios em Palisades, a relação de Claire com a preservação tornou-se profundamente pessoal. “Perder uma vivenda muda a forma porquê você entende o que uma vivenda realmente é”, ela reflete. “Muito disso é memória, rotina e refúgio – não somente materiais ou metragem quadrada.”

Numa cidade onde o apagamento acontece rapidamente, a governo assume uma novidade urgência. Preservar uma vivenda porquê Benmore Terrace não significa congelá-la no tempo – trata-se de honrar as ideias incorporadas nela e prometer que elas perdurem. Ao escolher a preservação em vez da reinvenção, Claire permitiu que esta vivenda uno continuasse a sua conversa – com a natureza, com a história e com as pessoas que agora a chamam de lar.


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A peroração

Benmore Terrace é um lembrete de que a nitidez não vem de somar mais – vem de prestar mais atenção. Quando uma vivenda permanece leal à sua arquitetura, envolvente e história, ela cria espaço para um pouco mais profundo do que tendências de design ou apelo de mercado. A preservação, na melhor das hipóteses, é um ato de desvelo: pelo lugar, pela memória e pelas vidas que nele se desenrolam. Ao escolher a moderação em vez da reinvenção, Benmore Terrace mostra porquê honrar o que já existe pode ser a forma mais duradoura de vida moderna.


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