Almoço de quintal de Camilla Marcus – e sua abordagem para culinária regenerativa
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À primeira vista, Camila Marcus é um estudo de contrastes. Ela leva seu trabalho a sério, mas traz um tino de diversão a tudo que faz. Ela pode organizar um jantar para 100 pessoas, mas pode não planejar o cardápio até aquela manhã, deixando o mercado dos fazendeiros ser seu guia. Sua culinária com vegetais é profundamente nutritiva – e ela nunca recusa uma taça de vinho ao meio-dia.
Mas zero em Camilla parece inconsistente. Ela está tão enraizada em quem ela é que todas as suas camadas se unem em uma vida lindamente alinhada – que reflete a abordagem apaixonada que ela traz ao seu trabalho porquê chef regenerativa, fundadora do oeste ~ bournee mãe de quatro filhos em Los Angeles.
Para comemorar o lançamento de seu livro de receitas Minha cozinha regenerativaCamilla se juntou a mim para um almoço no quintal, sob as árvores, com alguns amigos. Preparamos pratos vibrantes à base de vegetação do livro—tartinesum salada crocante de erva-docee o mais impressionante casca de chocolate rosa— serviu vinho originário e absorveu sua perspectiva sobre o que realmente significa cozinhar de uma forma que nutre nossos corpos e a terreno.
Sua filosofia, em suas próprias palavras: “O que é bom para o nosso solo é sempre melhor para a nossa saúde.”

O que mais adoro na forma porquê Camilla pensa sobre a comida é a sensação de libertação que ela contém. Ela escreve sobre culinária improvisada da mesma forma que os músicos falam sobre jazz – o ponto principal é não saber exatamente aonde as notas vão levar. O mercado dos agricultores torna-se o seu guia e “não estar no controlo” torna-se ao mesmo tempo libertador e inspirador, em vez de stressante. Saí do almoço repensando genuinamente a relação entre espontaneidade e nutrição.
O seu livro defende de forma suasivo que as nossas escolhas quotidianas – os ingredientes que compramos, porquê os preparamos, o que fazemos com o que resta – são, na verdade, os pontos de ingresso mais acessíveis para a gesto climática. Não através de privação ou de uma revisão completa, mas através de pequenas mudanças cumulativas que começam a parecer naturais ao longo do tempo.
Dicas de Camilla Marcus para uma cozinha com desperdício zero
Termine com toalhas de papel. Mantenha uma rima de panos de cozinha laváveis ao seu alcance – você ficará surpreso com a rapidez com que deixará de sentir falta do papel.
Reimagine sua despensa. Troque o filme plástico por alternativas de cera de abelhão. Use potes de vidro e latas de metal para tudo, desde farinhas até conservas.
Torne-se reutilizável com armazenamento. Os sacos de silicone Stasher substituem o Ziploc. Camilla também congela caldos, molhos e sobras de vinho em formas de silicone para futuras refeições.
Use o vegetal inteiro. Nenhum talo deixado para trás. As folhas de erva-doce tornam-se um enfeite, os talos vão para o estoque e a maioria dos produtos não precisa ser descascada.
Repense os “sobras”. Antes de jogá-lo fora, pergunte: Isso pode somar sabor a um caldo ou molho? Cascas de cebola, talos de ervas, cascas de queijo – tudo jogo justo. Composte o que você realmente não pode cozinhar.
Virente limpo. Procure marcas não tóxicas porquê Koala Repercussão, Branch Basics e Grove Collaborative.
Comece a compostar. Uma lixeira de bancada (Camilla adora o Bamboozle) é um início de baixa barreira. A compostagem emite 20 vezes menos gases de efeito estufa do que os resíduos alimentares depositados em aterros.
Ajustado de Minha cozinha regenerativa
Tudo isso – as trocas, os sobras, a caixa de compostagem – parece disciplina. Mas, sentado no quintal naquela tarde, zero disso parecia assim. Parecia a extensão mais originário de porquê Camilla se move pelo mundo: prestando atenção, não desperdiçando zero, encontrando prazer no processo. O menu aquém é onde começamos. Para onde você vai, depende inteiramente de você.

O talo inteiro ou salada de bulbo
Uma salada que ganha esse nome. Cada segmento da erva-doce aparece cá – folhas, caules, bulbo – e o resultado é crocante e pomposo.
Tartines com tomate tradicional, queijo azul e beterraba dourada
As tartines surgiram do jeito que Camilla cozinha tudo – intuitivamente, com o que parece melhor no mercado. Prova de que as coisas mais simples, feitas com bons ingredientes, não precisam de muito mais.
Gaspacho de Ervilha Primavera
Fria, verdejante e muuuito fresca – esta é a sopa que dá vontade de tomar vegetais. (Sem dar vibrações de V8.)




